Conheça agora 5 filmes de suspense melhores que os livros

Há um consenso tácito de que, quase sempre, o livro é melhor do que o filme que o inspirou. Mas, pensando nisso, fiz uma lista de 5 filmes de suspense melhores que os livros. Então, vamos lá? Pegue a pipoca, o cobertor, apague as luzes (para ser bem clichê) e se prepare para sentir medo!

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Um Homem com uma Câmera: A Mágica da Arte de Dziga Vertov

O filme mítico de Dziga Vertov intitulado Um Homem Com Uma Câmera é, além de tudo, obra de arte, na qual a beleza da imagem contém a beleza do objeto que a compõe, bem como esta constitui aquela num ato simultaneamente temático e formal, em que um depende do outro para existir e se manifestar. Leia a análise de Guido Bilharinho.

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sábado, 9 de fevereiro de 2019

Além dos temas de seus filmes serem bastante semelhantes, visto que a maioria aborda histórias de pessoas comuns que descobrem seres ou circunstâncias extraordinárias, há também características intrínsecas em relação às técnicas utilizadas que são comuns entre suas obras. Podemos aprender muito sobre seus filmes se analisarmos apenas as técnicas empregadas em momentos específicos. Há 3 delas utilizadas amplamente na maior parte de sua carreira, técnicas essas muito importantes que revelam os sentimentos e pensamentos dos personagens. ⠀ Siga @mundodecinema #spielberg #movies #culturadocinema ⠀ “Spielberg Face” - O “Spielberg Face”, por exemplo, foi usado pela primeira vez com grande efeito no filme “Tubarão”. A ideia é simples: aproximar um personagem em close enquanto eles estão olhando para alguma coisa. Na maior parte do tempo esse personagem fica com expressão de surpresa, e o que eles estão olhando não é revelado ao público. Além de criar uma tensão e expectativa, Spielberg demonstra o quão eficaz também pode ser para criar uma conexão mais humana entre os personagens e o público. ⠀ ⠀ Reflexos - Spielberg é conhecido por usar movimentos e ângulos de câmera complexos. Um de seus ângulos de câmera favoritos é usar um reflexo de espelho ou janela para capturar seus personagens indiretamente. Isso permite que o público veja os detalhes de uma cena sem perder a conexão com o personagem. Spielberg também o inverte filmando um personagem que está de frente para a câmera através de uma janela. Em “Munique”, ele usa várias cenas com reflexos espelhados nos carros para mostrar a atividade dentro dos carros, enquanto também permite que o público veja o que está acontecendo fora dos carros. ⠀ ⠀ Trilha Sonora - Ele utiliza do “Leitmotiv” (motivo condutor), que é uma técnica introduzida por Richard Wagner em suas óperas, onde um ou mais temas se repetem sempre que se encena uma passagem na ópera relacionada a um personagem ou uma ideia. Um bom exemplo está na trilha criada para o filme Tubarão onde a música trabalha de tal maneira que a presença física do animal- personagem é completamente dispensável. ⠀ via @sinapsecinema http://bit.ly/2E1F7zy


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Além dos temas de seus filmes serem bastante semelhantes, visto que a maioria aborda histórias de pessoas comuns que descobrem seres ou circunstâncias extraordinárias, há também características intrínsecas em relação às técnicas utilizadas que são comuns entre suas obras. Podemos aprender muito sobre seus filmes se analisarmos apenas as técnicas empregadas em momentos específicos. Há 3 delas utilizadas amplamente na maior parte de sua carreira, técnicas essas muito importantes que revelam os sentimentos e pensamentos dos personagens. ⠀ Siga @mundodecinema #spielberg #movies #culturadocinema ⠀ “Spielberg Face” - O “Spielberg Face”, por exemplo, foi usado pela primeira vez com grande efeito no filme “Tubarão”. A ideia é simples: aproximar um personagem em close enquanto eles estão olhando para alguma coisa. Na maior parte do tempo esse personagem fica com expressão de surpresa, e o que eles estão olhando não é revelado ao público. Além de criar uma tensão e expectativa, Spielberg demonstra o quão eficaz também pode ser para criar uma conexão mais humana entre os personagens e o público. ⠀ ⠀ Reflexos - Spielberg é conhecido por usar movimentos e ângulos de câmera complexos. Um de seus ângulos de câmera favoritos é usar um reflexo de espelho ou janela para capturar seus personagens indiretamente. Isso permite que o público veja os detalhes de uma cena sem perder a conexão com o personagem. Spielberg também o inverte filmando um personagem que está de frente para a câmera através de uma janela. Em “Munique”, ele usa várias cenas com reflexos espelhados nos carros para mostrar a atividade dentro dos carros, enquanto também permite que o público veja o que está acontecendo fora dos carros. ⠀ ⠀ Trilha Sonora - Ele utiliza do “Leitmotiv” (motivo condutor), que é uma técnica introduzida por Richard Wagner em suas óperas, onde um ou mais temas se repetem sempre que se encena uma passagem na ópera relacionada a um personagem ou uma ideia. Um bom exemplo está na trilha criada para o filme Tubarão onde a música trabalha de tal maneira que a presença física do animal- personagem é completamente dispensável. ⠀ via @sinapsecinema


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