quarta-feira, 29 de agosto de 2018

James McAvoy


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Robin Williams


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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

O maravilhoso reflexo dos Arcade Fire num documentário excepcional

The Reflektor Tapes é um documentário visualmente estonteante e hipnótico sobre o processo criativo dos Arcade Fire. O documentário foi realizado por Khalil Joseph e reúne imagens das sessões de gravação do disco Reflektor, atuações ao vivo e registos da estadia do grupo no Haiti.

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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Aproveite o Adobe Stock de forma gratuita durante 30 dias no seu projecto

O Adobe Stock é ideal para projetos criativos, sendo uma das melhores opções de banco de imagens, tanto pela facilidade na compra e uso, quanto pela qualidade do que é disponibilizado. E agora você pode aproveitar este banco de imagens gratuitamente durante 30 dias para melhorar o seu projecto online de cinema ou cultural.

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terça-feira, 7 de agosto de 2018

SINATRA: ALL OR NOTHING AT ALL ⭐⭐⭐⭐ SINOPSE: A partir do show concerto de aposentadoria, em 1971, o documentário narra toda a trajetória, pessoal e artística de Frank Sinatra. ------ CRÍTICA: Nesta minissérie biográfica em dois episódios, Alex Gibney, documentarista vencedor do Oscar, debruça-se sobre a carreira de um dos maiores nomes (talvez o maior) da música popular norte-americana: Frank Sinatra. Sua abordagem respeitosa não é sinônimo de que o diretor preferiu uma versão mais light, tratando de inserir os pontos de incoerência daquele homem com um quê de criticismo: seu comportamento machista e mulherengo, seu relacionamento com a máfia, sua postura tirânica e proselitista diante de outros ritmos musicais que não o seu, certas atitudes racistas (talvez até inocentes) mesmo para um cantor reconhecido por combater o preconceito naquele período de intensa segregação. Tudo isto sem esquecer, claro, de rechear a narrativa com algumas das melhores canções que já escutamos, em uma mistura de estilos que, a sua própria maneira, contextualiza as diferentes reimaginações de um artista para permanecer no topo, reinventando-se, reaprendendo e vivendo a vida da única forma que conhecia: do seu jeito. #cinemacomcríticarecomenda #cinemacomcríticanonetflix #cinemacomcrítica4estrelas #documentário #documentárioccc #biografia #biografiaccc #alexgibney #franksinatra #música #jazz #história #sinatra #máfia #infidelidade #talento #sucesso #cinema via @cinemacomcritica . Saiba mais sobre o Mundo de Cinema no ebook gratuito que pode descarregar através do link na nossa bio @mundodecinema https://ift.tt/2vsNOON


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SINATRA: ALL OR NOTHING AT ALL ⭐⭐⭐⭐ SINOPSE: A partir do show concerto de aposentadoria, em 1971, o documentário narra toda a trajetória, pessoal e artística de Frank Sinatra. ------ CRÍTICA: Nesta minissérie biográfica em dois episódios, Alex Gibney, documentarista vencedor do Oscar, debruça-se sobre a carreira de um dos maiores nomes (talvez o maior) da música popular norte-americana: Frank Sinatra. Sua abordagem respeitosa não é sinônimo de que o diretor preferiu uma versão mais light, tratando de inserir os pontos de incoerência daquele homem com um quê de criticismo: seu comportamento machista e mulherengo, seu relacionamento com a máfia, sua postura tirânica e proselitista diante de outros ritmos musicais que não o seu, certas atitudes racistas (talvez até inocentes) mesmo para um cantor reconhecido por combater o preconceito naquele período de intensa segregação. Tudo isto sem esquecer, claro, de rechear a narrativa com algumas das melhores canções que já escutamos, em uma mistura de estilos que, a sua própria maneira, contextualiza as diferentes reimaginações de um artista para permanecer no topo, reinventando-se, reaprendendo e vivendo a vida da única forma que conhecia: do seu jeito. #cinemacomcríticarecomenda #cinemacomcríticanonetflix #cinemacomcrítica4estrelas #documentário #documentárioccc #biografia #biografiaccc #alexgibney #franksinatra #música #jazz #história #sinatra #máfia #infidelidade #talento #sucesso #cinema via @cinemacomcritica . Saiba mais sobre o Mundo de Cinema no ebook gratuito que pode descarregar através do link na nossa bio @mundodecinema


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sábado, 4 de agosto de 2018

CARTAS PARA UM LADRÃO DE LIVROS ⭐⭐⭐⭐ SINOPSE: Laéssio Rodrigues de Oliveira é considerado pelas autoridades brasileiras o maior ladrão de livros raros do país. Ao longo dos últimos cinco anos, este documentário tentou narrar sua trajetória, num percurso que inclui quatro passagens pelo sistema carcerário. CRÍTICA: Laéssio é um criminoso confesso e condenado responsável pelo furto de obras literárias e históricas de valor inestimável para a preservação da memória nacional. Ele é também um daqueles personagens tão encantadores quanto ardilosos, e é fácil afeiçoar-se a sua culturalidade, irreverência e honestidade e esquecer, no ínterim, que está se tratando de um bandido, por mais pitoresco que seja (o hábito de esquecer, nas estações de metrô e rodoviárias, uma mala com excrementos urinários é surreal). Filmado ao longo de 5 anos, contando com uma série de acontecimentos que forçaram a narrativa a se redescobrir frequentemente, o documentário ilustra também a condição precária do acervo nacional, cuja porção significativa descansa nas mãos de poderosos colecionadores, que não foram investigados após ameaças de processos judiciais contra a produção. Todos permanecem invisíveis aos radares da polícia / justiça / opinião pública, camuflados detrás do anonimato e de artifícios fraudulentos para que sua propriedade permaneça intocada. O jogo de cintura da dupla de diretores Carlos Juliano Barros e Caio Cavechini, trabalhando com restrição e imprevisibilidade, é admirável. É um trabalho em múltiplas camadas com um personagem carismático e enriquecedor, a despeito de todas suas falhas, e um dinamismo que lhe torna atraente por conta da maneira com que se adaptou a tantos percalços fortuitos. #cinemacomcríticarecomenda #cinemacomcríticanoscinemas #cinemacomcrítica4estrelas #documentário #documentárioccc #cartasparaumladrãodelivros #cartasparaumladrãodelivrosccc #crime #roubo #furto #patrimôniohistórico #memórianacional #justiça via @cinemacomcritica https://ift.tt/2Mh32g5


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CARTAS PARA UM LADRÃO DE LIVROS ⭐⭐⭐⭐ SINOPSE: Laéssio Rodrigues de Oliveira é considerado pelas autoridades brasileiras o maior ladrão de livros raros do país. Ao longo dos últimos cinco anos, este documentário tentou narrar sua trajetória, num percurso que inclui quatro passagens pelo sistema carcerário. CRÍTICA: Laéssio é um criminoso confesso e condenado responsável pelo furto de obras literárias e históricas de valor inestimável para a preservação da memória nacional. Ele é também um daqueles personagens tão encantadores quanto ardilosos, e é fácil afeiçoar-se a sua culturalidade, irreverência e honestidade e esquecer, no ínterim, que está se tratando de um bandido, por mais pitoresco que seja (o hábito de esquecer, nas estações de metrô e rodoviárias, uma mala com excrementos urinários é surreal). Filmado ao longo de 5 anos, contando com uma série de acontecimentos que forçaram a narrativa a se redescobrir frequentemente, o documentário ilustra também a condição precária do acervo nacional, cuja porção significativa descansa nas mãos de poderosos colecionadores, que não foram investigados após ameaças de processos judiciais contra a produção. Todos permanecem invisíveis aos radares da polícia / justiça / opinião pública, camuflados detrás do anonimato e de artifícios fraudulentos para que sua propriedade permaneça intocada. O jogo de cintura da dupla de diretores Carlos Juliano Barros e Caio Cavechini, trabalhando com restrição e imprevisibilidade, é admirável. É um trabalho em múltiplas camadas com um personagem carismático e enriquecedor, a despeito de todas suas falhas, e um dinamismo que lhe torna atraente por conta da maneira com que se adaptou a tantos percalços fortuitos. #cinemacomcríticarecomenda #cinemacomcríticanoscinemas #cinemacomcrítica4estrelas #documentário #documentárioccc #cartasparaumladrãodelivros #cartasparaumladrãodelivrosccc #crime #roubo #furto #patrimôniohistórico #memórianacional #justiça via @cinemacomcritica


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Musical Wicked fascina com recriação do universo do filme O Feiticeiro de Oz

Logo no início do espetáculo Wicked, no Gershwin Theatre, em pleno coração da Broadway, assim que as luzes se acendem e as primeiras personagens entram em palco, trazendo ao público toda a excitação e magia do Mundo de Oz, sentimos rapidamente que regressamos aos cenários do famoso filme “O Feiticeiro de Oz”, de 1939… ou será que não?

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